Dr Paulo Roberto, Advogado

Dr Paulo Roberto

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advogado especialista em responsabilidade civil e direito da saúde
Advocacia Criminal; Direito da Saúde, Médico, Hospitalar e plano de saúde - direitos do paciente e usuário do sistema de saúde; Direito do Consumidor e Responsabilidade Civil

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É o ramo do direito que contém normas jurídicas relacionadas com a estrutura, organização e prote...

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Comentários

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Dr Paulo Roberto, Advogado
Dr Paulo Roberto
Comentário · há 10 anos
Prezados (as), boa noite!

Acredito que extremismos e preconceitos, ideias compradas ou emoções direcionadas levam o ser humano ao raciocínio conduzido por um caminho que periga ao reverso das mais variadas vertentes cabíveis que devem ser coletadas e direcionadas ao mais justo direito.

Como juristas devemos primeiro estudar, em segundo estudar e em terceiro estudar...

Respeito e apreciei cada posicionamento neste nobre fórum aqui estabelecido. Justamente disso devemos extrair nossas mais filtradas conclusões.
Vem a ser de suma importância lembrarmos que devemos nos utilizar da tridimensionalidade do direito sempre, analisando fato, valor e norma e nos indagando como cada fator destes influência nos demais e suas respectivas consequências, assim como devemos lembrar que inexiste apenas um único fato padrão, uma pessoa padrão, um cenário padrão. desta forma não devemos nos reservar sentimentos ao momento de estudar, pois devemos analisar o como o ser humano é complexo, não sendo diferente a nossa sociedade e respectivas atividades...

inconcebível vem a ser a ideia de trabalharmos o direito sob um objeto estigmatizado, caricaturado do qual iremos concluir pela aplicabilidade da norma almejando atingir determinado valor que atenda às exigências do fato individualizado e totalmente isolado como se fosse o único fato a merecer determinada norma para atender unicamente seu particular valor.

em suma, sem maiores delongas, pois realmente pretendo apenas esboçar um breve "oi" para todos os colegas aqui presentes e não me preocupando em demonstrar conhecimento ou minimizar... desprezar .. qualquer posicionamento, deixo apenas esta reflexão inacabada e singela, no entanto que acredito ter algo a nos lembrar.

que possamos prosseguir desta forma, debatendo, apresentando múltiplas reflexões, mas sempre nos respeitando e admirando a coragem e a dedicação de todos os aqui presentes ao contribuir com as ciências jurídicas e nossa própria existência, pois não haveria forma mais nobre e produtiva de ser humano.

bom, podemos prosseguir com os demais posicionamentos.

Em cada colocação a mente balança pondera e vamos enxergando o quanto devemos ser cautelosos ao estudar.

não vamos caricaturar a maioria ou a minoria... não vamos nos nortear por romances nem somente por experiências singulares.

perguntas: a norma é capaz de atender a complexidade existencial dos fatos?
os valores almejados são alcançados de forma eficiente?
e como proteger o bem tutelado das aberrações que a norma possa a vir agravar, os riscos da irreversibilidade dos danos em casos nos quais a norma conduzida a perseguir um valor cegamente se distância de todo um conjunto de outros valores a serem observados?

vamos nessa galera! Vamos colocar a balança de nossos pensamentos para um lado e para o outro até chegarmos perto da conclusão menos precipitada tão como mais eficaz à boa e saudável aplicabilidade do direito com possíveis efeitos colaterais dos quais não causem maiores traumas ao equilíbrio dos direitos e que não nos torne obcecados por algo cujo foco acabe nos corrompendo a mente como juristas. No final devemos sempre perseguir a justiça em seu sentido amplo, dinâmico e lúcido. desta forma devemos defender uma estrutura jurídica verdadeiramente democrática.

não devemos endeusar aqueles de fora, pois eles não tem nada a mais do que não possamos enxergar em nossa própria casa. temos tudo dentro de nós mesmos e não precisamos nem devemos viver distantes de nossa capacidade de resolver nossos próprios desafios, aproveitando do direito comparado sim, mas não o tornando algo que supra nossa capacidade de desenvolver uma estrutura que atenda de forma mais elevada nossas reais necessidades se for o caso.

Passo a palavra, pela ordem!
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